No dia 22/06 deixei Santiago em direção a Temuco, numa viagem de ônibus que durou cerca de 9h. Fui recebido num frio até então ainda não sentido lá: meu amigo Cláudio me esperava num frio de 2ºC, com muita neblina e muito humo no ar. Humo é o que fica no ar, após milhares de aquecedores de casa munidos a madeira entrarem em ação, nos dias mais frios. É uma névoa esbranquiçada, talvez cinzenta, mas que pode ser mais sentida do que vista. O cheiro de madeira queimada é muito forte, e entra pelas narinas até os pulmões. Confesso que no primeiro dia me senti mal, um pouco tonto e com mal-estar. O pico era pela noite, e de manhãzinha. Conheci a cidade de Temuco, o centro, as muitas universidades (muitas!), o Museu da Araucanía, o Portal Temuco, o Mercado Municipal, o Estádio (só por fora, pois haveria jogo pela Copa América, Peru x Bolívia, se não me engano), e várias outras coisas, mas o que eu mais gostei foi a Museu Nacional Ferroviário Pablo Neruda, antiga Estação Ferroviária. Rendeu ótimas Fotografias.
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