2 de jul. de 2015

Chile: Temuco, Puerto Varas, Puerto Montt e Osorno

No dia 22/06 deixei Santiago em direção a Temuco, numa viagem de ônibus que durou cerca de 9h. Fui recebido num frio até então ainda não sentido lá: meu amigo Cláudio me esperava num frio de 2ºC, com muita neblina e muito humo no ar. Humo é o que fica no ar, após milhares de aquecedores de casa munidos a madeira entrarem em ação, nos dias mais frios. É uma névoa esbranquiçada, talvez cinzenta, mas que pode ser mais sentida do que vista. O cheiro de madeira queimada é muito forte, e entra pelas narinas até os pulmões. Confesso que no primeiro dia me senti mal, um pouco tonto e com mal-estar. O pico era pela noite, e de manhãzinha. Conheci a cidade de Temuco, o centro, as muitas universidades (muitas!), o Museu da Araucanía, o Portal Temuco, o Mercado Municipal, o Estádio (só por fora, pois haveria jogo pela Copa América, Peru x Bolívia, se não me engano), e várias outras coisas, mas o que eu mais gostei foi a Museu Nacional Ferroviário Pablo Neruda, antiga Estação Ferroviária. Rendeu ótimas Fotografias.
















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Chile: Santiago, Viña del Mar e Valparaíso

Minhas férias de 2015 foram no Chile e na Argentina (Bariloche) Aproveitei a realização Copa América de futebol lá realizada, somado a um convite já existente de um amigo, que havia conhecido na Colômbia.

No dia 16/06 viajei para Santiago, dia 17/06 estive em Viña de Mar, dia 18 em Valparaíso, retornando no mesmo dia para Valparaíso, onde fiquei até dia 22, quando desci para Temuco. Dia 25 fui para Puerto Montt, onde conheci também Puerto Varas (26), sendo que dia 27 fui para Bariloche num ônibus de linha (viagem que dura de 6 a 8h, saindo do Terminal de Puerto Montt, e custa R$ 180,00, já somados ida e volta). Dia 30 retornei a Pto Montt, conhecendo Frutillar no mesmo dia, e conhecendo o vulcão Osorno e a região a sua volta dia 01/07. Dia 02/07 retornei a Santiago e tomei voo de volta ao Brasil.

Santiago, hostel La Casona. Hostel de muita qualidade.

Santiago.


Viña del Mar.



Completo + Fritas. Esse é o cachorro quente dos chilenos. Composto por pão, salsicha, tomate e maionese (pode-se colocar palta - abacate, sendo então chamado de Italiano).

Amigo Jo comendo a Chorrillana, um prato tradicional de Viña e Valparaíso, sendo uma bela mistura de fritas, calabresa, ovos, e carne de frango.






Relógio de Flores de Viña del Mar.
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4 de jun. de 2015

Bahia: Salvador e Santo Amaro.

Estive por três semanas, entre 17/05 e 04/06/2015, trabalhando na Bahia, no auxílio ao atendimento de pescadores na concessão do seguro-defeso. Estive em Salvador por alguns dias, geralmente finais de semana. Mas a maior parte do tempo fiquei mesmo em Santo Amaro, no Recôncavo baiano. Foram dias de trabalho muito duro, bem cansativo, mas de grande aprendizado. Conheci um pouco mais da cultura nordestina, do estilo de vida do povo baiano, na região do Recôncavo, onde se situação a maior concentração de afrodescendentes do Brasil. Conheci, igualmente, gente de vários Estados do Brasil (RS, SC, PA, MG, RJ, MS, etc), colegas de trabalho que da mesma forma se deslocaram até a BA para auxiliar no trabalho. 

Salvador, Praia da Barra.

Salvador, Praia da Barra.

Salvador, Forte de Santa Marta.



Salvador, Farol da Barra.



Santo Amaro da Purificação, 1706

Santo Amaro

Santo Amaro

Feijão Tropeiro + Frango e salada

Banana Real.

Santo Amaro.

Santo Amaro.

Santo Amaro, Teatro Dona Canô. (mãe de Caetano Veloso)



Santo Amaro, quiosque na beira do rio.
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28 de abr. de 2015

E mais uma vez o dia foi salvo, graças... a quem?

Hoje foi um dia atípico.


Na hora do almoço, enquanto eu atendia sozinho ao público no meu trabalho, eis que um senhor se irou contra mim. Eu apenas lhe fiz algumas perguntas habituais e pedi seu documento de identificação para poder dar prosseguimento no atendimento. Essa é a forma de proceder, esse é o protocolo. Mas ele tava sem os documentos e se irritou. Se levantou de sua cadeira e subiu o tom de voz. "Não precisa fazer nada não. Eu vou voltar outra hora. Não tá querendo trabalhar? Tá com preguiça de trabalhar? Não tá querendo fazer nada?? PREGUIÇA! Esse cara tá com preguiça e não quer me atender direito!"

Pude ouvir estático suas rudes palavras ao passo em que ele ia deixando o lugar irritado. Ele já estava pro lado de fora da agência e eu ainda ouvia ele me ofendendo em alto e bom som.

Certamente aquele senhor já entrou ali irritado com alguma coisa e aproveitou para descontar toda sua raiva em mim, Talvez já tenha se frustrado muito com a instituição e viu ali a oportunidade de escancarar sua indignação.

Olha, eu não entendi muito bem o que aconteceu. Foi rápido e desproporcional.

Eu sempre procuro atender a todas as pessoas com dedicação e urbanidade. Com respeito e atenção, como se fosse um familiar meu. É dever de um servidor público. E modéstia à parte, eu me esforço muito pra me manter sempre nesse ritmo de cordialidade. Inclusive na semana passada um amigo da instituição e eu debatemos muito sobre isso. Claro que há dias em que não é fácil se manter prestativo e sorridente, mas agir dentro dos padrões mínimos de ética e presteza é o que se espera daquele que é remunerado para servir ao cidadão.

Só sei que eu fiquei muito mal com isso. Fui almoçar totalmente desolado. Não sabia como lidar com aquilo, pois nem soube como reagir. As poucas palavras que consegui exprimir não poderiam expressar o que eu realmente queria dizer.

Em um grupo de amigos no Whatsapp eu desabafei sobre o ocorrido. Entre as palavras de consolo, uma amiga me enviou o texto bíblico que me acalmou e me trouxe algum alento:


E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos;
E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.


Voltei ao trabalho e, apesar das palavras, eu ficava pensando no ocorrido. Voltei à minha mesa e revivi aquilo. Eu sabia que precisava encarar a situação, deixar aquele sentimento ir. Mas eu não sabia exatamente como lidar com aquela carga negativa. O sentimento de injustiça tentava me puxar pra baixo. Uma mistura de revolta contida, com raiva. Questionando o porquê.

Eu ouvi essa semana algo sobre a raiva. O sentimento de  raiva nada mais é que uma forma de esconder ou disfarçar um sentimento ainda maior, que é a tristeza. Acho que é tipo uma reação natural do ser humano. Infelizmente, é a única forma como você consegue reagir em determinadas situações, embora saiba que não deve ser assim. 

Após o expediente, no final da tarde, eu saí do trabalho e decidi passar num mercado para comprar um fio dental. Meu fio dental havia acabado, e era de fundamental importância que eu fosse comprar fio dental. (rs)



Ok, eu nunca vou ao mercado após o trabalho. Ainda mais para comprar um fio dental.

Aliás, eu quase nunca vou ao mercado que eu fui hoje. Frequento outros.

Mas o fato é que hoje eu fui àquele mercado, e comprei o fio dental. Aproveitei e peguei um pão. Em certo momento percebi naquele mercado uma mulher que me olhava. Ela era funcionário do local.  Eu mudei de corredor mas ela mudou também, e apareceu na minha frente por uma fresta entre os corredores. 

Ela começou a falar comigo sobre seu processo de aposentadoria. Seus olhos azuis me fitavam como se fossemos velhos conhecidos. Eu tentei me esquivar, mas ela não permitiu. Após um pouco de esforço, eu consegui me lembrar dela, que esteve no meu trabalho há poucas semanas. São muitas pessoas diariamente, e é difícil gravar na memória. 

Eu não queria tratar de trabalho ali. Ainda mais num dia desses. Foi a primeira vez nessa cidade que fui abordado na rua, ou fora do trabalho, por causa do trabalho. Geralmente passo desapercebido aqui. E o mais irônico é que eu tinha refletido sobre isso na semana passada, também. Sobre esse quase anonimato que nunca ocorre em cidades pequenas.

Pois ela me reconheceu. E inesperadamente começou a me elogiar. E a elogiar meu trabalho, e dizer que eu era muito atencioso. E a dizer que estava nervosa e com receio quando foi lá na agência, e com medo de ser maltratada. Mas que meu atendimento fez a diferença, e que inclusive ela havia comentado isso com seu advogado. Nesse momento eu não resisti e desabafei: "Jura?? Porque hoje mesmo eu fui xingado e maltratado naquele lugar, e já nem sei mais.." Ao que ela respondeu: "Não liga pra isso! Deus é contigo. Estou rezando por você, vai dar tudo certo".

Esse foi o ponto alto do meu dia. Eu sinceramente não esperava por mais nada hoje. Estava ali lidando com minha dor, aquele sentimento de injustiça, de rejeição, e até mesmo de inferioridade, quando uma pessoa surge entre as prateleiras de um mercado (que eu não frequento) e me diz coisas lindas, sobre quem eu realmente sou. E me faz ver que sim, todas as coisas cooperam para o bem daqueles que O amam.  E eu pude ver um sentido em tudo aquilo. E que Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!

Eu pude ver nisso tudo o carinho e o cuidado de Deus por aqueles que o temem. Me senti intensamente abraçado, amado. Me emocionei e isso tudo foi real. Tão real como se eu pudesse tocar! É o amor de Deus!

Eu sai de lá como se o dia houvesse começado de novo. Agora tudo voltara a fazer sentido. 

Dei umas voltas de carro, e inacreditavelmente voltei a cruzar com aquela senhora, algumas quadras longe do mercado. Ela não me viu, mas eu a vi e sim, percebi a confirmação de que aquele abraço era o abraço do próprio Deus. Não se tratava daquela homem, nem daquela senhora, nem daquele mercado. Era uma mensagem muito maior que tudo e todos!

Refaço minha afirmação do início. Não foi um dia atípico. Foi um dia típico. Porque todos os dias Ele nos guarda, nos protege e nos mantém em sua graça. Tipicamente, seu Amor. 

A questão é que nós é que levamos muito tempo para perceber isso. Ou precisamos de uma situação inusitada como essa para se dar conta. Mas Ele está sempre aqui, nos guardando, nos mantendo vivos. No controle. Sempre, todos os dias!


E mais uma vez o dia foi salvo, 
graças Àquele que trabalha sempre em nosso favor. 

Eu sou grato :)

8 de mar. de 2015

Não se esqueça, vó.. pois jamais me esquecerei


Eu queria saber como começar algo assim, mas é bem difícil. 

Eu poderia iniciar pelo hoje, e fazer uma digressão temporal, voltando no tempo data a data, até chegarmos a um princípio. Ou poderia começar lá por 1988, quando a senhora foi pega de surpresa com a notícia da chegada do primeiro neto. Eu adoraria saber como a senhora reagiu à ideia de ser avó, logo a senhora, Dona Irene, sempre tão vaidosa e inimiga dos sinais do envelhecimento.

Mas ser tão racional assim é tarefa um tanto árdua neste momento. Eu prefiro me entregar à emoção. Eu prefiro deixar que as lembranças surjam pouco a pouco na minha mente, nesse embalo de múltiplos sentimentos que explodem no meu peito, no meu âmago, na minha essência.

Cada neto teve suas histórias, e as minhas, sem dúvidas, foram muito especiais...


Sempre fomos muito próximos. Me lembro que por um bom tempo na minha infância eu dormia com a senhora, naquela cama larga e gostosa, com cheirinho de vovó. 

Sua casa também era minha casa.

E quantas e quantas vezes assistíamos ao Silvio Santos nos domingos à noite! Em nome do Amor, Topa Tudo Por Dinheiro, e o seu preferido: Programa Tentação. "Aonde a vaca vai, o boi vai atrás, aonde a vaca vai, o boi vai atrás.." E tinha a música de abertura de O Cravo e a Rosa. Chocolate com Pimenta, Malhação, e tantas mais que víamos juntos..

E recordo perfeitamente o dia em que a senhora me disse que eu já estava grande demais pra continuar dormindo lá na sua cama. Confesso que não gostei muito. 

Fui então transferido para aquele colchão de solteiro que a senhora cuidadosamente arrumava ao pé da sua cama, uma caminha gostosa, naquele chão de tacos; colchão aquele encabeçado pela sua antiga máquina de costura. Sabe, eu adorava brincar no vai-e-vem daqueles pedais. E assim foi por anos..

Ao acordar de manhã para ir à escola, aquele leite com chocolate na caneca vermelha. E as bolachinhas de maizena que ficavam na lata. No armário.

E o pão-de-ló que eu tanto amava. E o pudim. A calabresa feita na frigideira. Os nuggets de frango no entardece do horário de verão, enquanto eu jogava bets na rua. E a polenta com carne moída naquela travessa de vidro. O feijão com um caldo bem ralinho por cima...

E todas as vezes que pedia minha ajuda para cilindrar o pão. Ou para fazer aquelas bolachinhas que eu tanto e tanto e tanto amava!

E quando me dava uma nota de dois reais e me dizia que era pra comprar alguma coisa diferente, que eu tinha vontade de comer. Eu nunca disse antes, mas isso me quebrava inteiro por dentro..

Ou então quando eu ia de bicicleta na casa da mulherada fazer cobrança das lingeries que a senhora vendia. Às vezes eu ganhava um trocado e virava a criança mais feliz do mundo!

O barulho de seu carrinho de feira nas quartas de manhã em direção à rua Caracas. O pastel da feira.

Aqueles pedacinhos carinhosamente cortados de mamão e melão que a senhora levou pra mim num saquinho, lá na Feira de Ciências do colégio Pioli, enquanto eu cuidava da exposição.

E quando me levou para ver a Catedral de Maringá enfeitada para o Natal, e eu tive aquela dor de barriga horrível e fui usar o banheiro público da praça. A senhora ficou preocupada, mas foi engraçado.

E a senhora cantarolando "Tomara que chova três dias sem parar, Tomara que chova três dias sem parar" após períodos longos sem chuva..

Lembra de suas orientações financeiras sobre como eu deveria ficar com apenas 10 ou 20% do meu futuro salário, e dar o restante para os pais? rsrs 

E todas as vezes que me pedia para não ir embora, pois já estava muito tarde, estava à noite e era perigoso andar sozinho por aí. E que no outro dia teria que voltar mesmo, então já fica e dorme e pronto.

E aquele natal na casa da tia, quando o papai noel me deu uma caixa de bombom,e eu achei incrível, pois nunca antes na vida tive uma caixa de bombom só pra mim! Mas eu abri e não tinha bombom. Tinha uma linda camiseta azul que a senhora comprou. Eu fiquei triste mesmo assim porque queria o bombom, ta. Me desculpa rs 

E era incrível a nossa química no amigo secreto em família! Quantas e quantas vezes eu tirei a senhora... aqueles vasos, enfeites e mimos que a senhora tanto gostava!

E todas as vezes que, eu já morando bem longe, a senhora reclamava: o Weslley não vai vir aqui esse fim de semana? Cade ele?... Eu fiz o bolo que ele gosta. Por que você não veio ontem? Mas já vai embora?? Senta aí, tá muito cedo ainda.

Eu não vou ter do que reclamar. Só agradecer. Eu só queria que a senhora fosse muito feliz, sempre. 

Te ver sofrer me fez sofrer e por isso prefiro lembrar de tudo de lindo que vivemos. 

Hoje sua mão já não pode mais apertar a minha, como no domingo passado naquele hospital.  Já não posso afanar seus cabelos finos e castanhos. Já não tenho seus beijos molhados e seu "Deus te acompanhe". Ainda não concebi a ideia de que tudo isso está realmente acontecendo. Mas tudo espero que a senhora não se esqueça de nossa última conversa, naquela triste sexta, quando a senhora já não podia pronunciar uma palavra sequer, todavia me acompanhava com seus lindos olhos esverdeados  e seu coração quebrantado: a gente ainda vai se encontrar, e se abraçar, e rir muito juntos. Não se esqueça, Dona Irene, porque eu não vou me esquecer.

Até lá, vai ficar um espaço aqui, um vazio que ninguém nem nada poderá preencher. Esse espaço te pertence. Ele é só teu, minha linda. Minha segunda mãe. Senhora de meus fins de semana, dos almoços de domingo, e de toda minha vida. Eu te amo, vou te amar hoje e pra sempre. 



Já com saudades imensuráveis, 
seu neto Weslley.








1 de mar. de 2015

Inércia

Aquele momento em que você sabe que deve agir e não age.

Você espera a semana toda pelo final de semana, e quando ele finalmente chega você não tem vontade de fazer nada. Todos aqueles planos previamente formulados esbarram na sua preguiça sabatina e apatia dominical. Inércia.

Você se defronta com uma pessoa precisando de uma ajuda. Um conselho, um dinheiro, um lanche, uma oração. Mas você se limita a pensar: será que é realmente necessário que eu o faça? Inércia.

Você sabe que precisa dedicar-se aos estudos para conseguir algo melhor em sua carreira profissional. Mas os atrativos do ócio são tantos né? Internet, aplicativos, TV, amigos, tempo livre e diversão. Deixa pra depois. Inércia.

Você sabe que uma vida saudável depende inclusive de exercícios físicos num trabalho contínuo. Mas pra que começar academia ou a correr no parque hoje se posso fazer isso no mês que vem? Ah, e tem também a Internet, aplicativos, TV.. (acima). Inércia.

Sabe que precisa dizer às pessoas queridas o quanto elas são amadas por você. E fazer um carinho. Dar um abraço. Um mimo. Um gesto de gratidão. Um "eu te amo". Mas sabe como é, essas coisas são complicadas...

Inércia.

Vai ficar admirado quando perceber que, às vezes, as segundas chances nunca chegam.